Estados Unidos lideram ranking mundial de Six Star Finishers; Brasil aparece no Top 10

Estados Unidos lideram ranking mundial de Six Star Finishers; Brasil aparece no Top 10.
By Vera Abruzzini (Head do Perfil MajorsBrasil e Double 6 Star)

O ranking mundial de maratonistas que já receberam a medalha Six Star, concedida aos corredores que completaram as seis maratonas originais do circuito Abbott World Marathon Majors que são Toquio, Boston, Londres, Berlim, Chicago e Nova York. Esses números mostram a força dos Estados Unidos no cenário global da corrida de rua.

Com 7.798 concluintes, os norte-americanos lideram com ampla vantagem. O número é mais de três vezes superior ao do Reino Unido, segundo colocado, com 2.484 atletas. Itália, Canadá e Alemanha completam o Top 5, todos acima da marca de mil Six Star Finishers.

O Brasil aparece em posição de destaque: ocupa o 9º lugar no ranking mundial, com 888 corredores. O país está à frente de potências tradicionais da corrida de rua, como França, Austrália e Japão, e fica muito próximo da China, que soma 898 concluintes.

Entre os países latino-americanos, o México lidera com 924 Six Star Finishers, seguido de perto pelo Brasil. A diferença entre os dois é de apenas 36 corredores. Na sequência aparecem Argentina, com 280, Chile, com 214, e Colômbia, com 200.

O Top 10 concentra 18.297 atletas, o equivalente a cerca de 66% do total listado. Só os Estados Unidos representam aproximadamente 28% de todos os Six Star Finishers do ranking.

Top 10 mundial

Estados Unidos — 7.798
Reino Unido — 2.484
Itália — 1.229
Canadá — 1.212
Alemanha — 1.186
Espanha — 927
México — 924
China — 898
Brasil — 888
França — 751

O levantamento confirma a presença crescente do Brasil no circuito das Majors.
Com 888 medalhistas Six Star, o país se consolida entre os principais mercados globais da maratona e mantém protagonismo absoluto na América do Sul.

Estados Unidos 7798
Reino Unido 2484
Itália 1229
Canadá 1212
Alemanha 1186
Espanha 927
México 924
China 898
Brasil 888
França 751
Austrália 683
Japão 638
Países Baixos 586
Irlanda 469
Hong Kong 445
Suíça 411
Dinamarca 340
Polônia 333
Suécia 324
Taiwan 302
Argentina 280
Índia 275
Bélgica 254
Chile 214
Colômbia 200
Tailândia 198
Coreia do Sul 185
Indonésia 180
Áustria 171
África do Sul 171
Singapura 163
Noruega 161
Portugal 150
Nova Zelândia 131
Filipinas 126
Costa Rica 115
Venezuela 112
Peru 100
Rússia 86
Finlândia 81
Guatemala 76
Porto Rico 73
Eslovênia 72
República Dominicana 71
Equador 70
Marrocos 61
Ucrânia 60
Malásia 57
Islândia 56
Grécia 49
Eslováquia 43
República Tcheca 38
Estônia 37
Israel 35
Hungria 33
Uruguai 32
Romênia 31
Cazaquistão 28
Panamá 27
Turquia 24
Sérvia 23
Lituânia 23
Croácia 22
Quênia 21
Macau 19
Honduras 19
Paraguai 19
Bermudas 17
Paquistão 16
Chipre 16
Nigéria 16
Vietnã 15
Luxemburgo 15
Mongólia 15
El Salvador 13
Jamaica 11
Letônia 11
Nepal 11
Uganda 11
Ilhas Cayman 10
Macedônia do Norte 10
Nicarágua 9
Bolívia 9
Trinidad e Tobago 9
Catar 8
Moldávia 8
Líbano 7
Bósnia e Herzegovina 7
Bulgária 7
Andorra 7
Barbados 7
Bahamas 7
Egito 6
Zimbábue 6
Tunísia 6
Emirados Árabes Unidos 6
Malta 5
Aruba 5
Sri Lanka 5
Guam 5
Kuwait 5
Síria 4
Arábia Saudita 4
Guiana 4
Liechtenstein 3
Angola 3
Bielorrússia 3
Etiópia 3
Irã 3
Armênia 3
Camarões 3
Mônaco 3
Quirguistão 3
Albânia 3
Zâmbia 3
Jordânia 3
Bahrein 3
Argélia 2
Haiti 2
Uzbequistão 2
Cuba 2
Camboja 2
Santa Lúcia 2
Líbia 2
Serra Leoa 2
Kosovo 2
San Marino 1
Gana 1
Malawi 1
Costa do Marfim 1
Granada 1
Laos 1
São Vicente e Granadinas 1
Maurício 1
Montenegro 1
Iraque 1
Gibraltar 1
Burundi 1
Bangladesh 1
Butão 1
Benin 1
Tanzânia 1
Azerbaijão 1
Tonga 1
Maldivas 1
Gabão 1
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As performances dos corredores brasileiros

As performances dos corredores brasileiros nas principais maratonas do planeta seguem em evolução consistente — e os números começam a traduzir esse avanço com mais clareza. 

Um levantamento realizado pela Majors Brasil analisou os resultados dos 52 melhores atletas do país, entre homens e mulheres que receberam a mandala major, considerando a média de desempenho nas seis provas que compõem o circuito da Abbott World Marathon Majors. O recorte oferece um retrato técnico e comparável do nível atual dos brasileiros no cenário internacional, evidenciando não apenas a presença crescente, mas também a competitividade do grupo nas maiores corridas do mundo. 

Mais do que participação, os dados apontam para um novo momento: o Brasil passa a consolidar performances entre os amadores.

Vejam os nomes abaixo:

 

MASCULINO
MÉDIA NAS 6 PROVAS
Miguel Morone 02:23:49
Jamal Soufane 02:29:16
Geraldo Pereira Da Silva Filho 02:35:29
José Luiz Camarero Neto 02:40:34
Diego Guerini 02:41:58
Elenilton Rangel 02:42:55
Marcos Itano 02:43:25
Mario Basso 02:44:43
Farnese Da Silva 02:45:06
Henrique Cassaro Pereira 02:46:39
Renee Filho 02:48:15
Carlos Alexandre Venancio Baticioto 02:48:57
Gabriel Provenza 02:50:09
Carlos Alcarde 02:51:15
Luis Eduardo Barbieri 02:51:17
Felipe Barbosa 02:51:54
Gustavo Accioly 02:52:36
Sandro Bernardes 02:52:50
Jacques Fernandes 02:53:46
Thiago Borges 02:53:55
Valdir De Andrade Braga 02:54:40
Rodolfo Siqueira 02:54:59
Breno Pina Oliveira 02:55:17
Mauricio Florenco 02:55:23
Reinaldo Vergara 02:55:38
William Weber 02:55:54
Carlos Isaac 02:56:01
Alexsandro Lima 02:56:12
Kenji Hamasato 02:56:20
Joelson Silva 02:56:27
Carlos Gueiros 02:56:41
Eduardo Marques 02:57:04
Ricardo Mizumoto 02:57:25
Thales Leao 02:57:59
Eduardo Honzák De Siqueira 02:58:14
Guilherme Affonso Ferreira Filho 02:58:17
Bruno Bonamente 02:58:28
Ed Carlos Silva 02:58:55
Luiz Antonio Campos 02:59:11
Joao Carlos Torres 02:59:18
Jose Eduardo Garcia 02:59:34
Rodolfo Senra 02:59:39
Márcio Meireles 02:59:47
José Aroldo Sousa Pacheco Araujo 03:00:04
Roberto Buscatti 03:00:11
Fabricius Madruga 03:00:14
Roberto Kaisserlian Marmo Filho 03:00:21
Fabriccio Silva 03:00:47
Roberto Demant 03:00:58
Sergio Miranda 03:01:03
FEMININO
Média das 6 provas
Adriana Aparecida Da Silva 02:36:49
Valeria Suzuki 03:07:56
Anne De Barros 03:08:45
Camila Canavarro 03:10:11
Naiara Faria Xavier 03:12:54
Luciana Zanchetta Oliver 03:14:51
Raquel Garcia 03:15:58
 Andrea Folegatti De Souza Melo 03:16:08
Marina Oliveira 03:16:39
Marina Passos Ramalhete 03:17:10
Nathalya Gobbo 03:20:06
Adriana Schwartz 03:20:08
Marilia Ikeda Serizawa 03:22:23
Valentine Carvalho D’Alessandro 03:23:44
Marina Nascimento 03:23:52
Laiz Torres 03:24:45
Romi Guedes 03:25:04
Thais Monteiro Botini 03:25:15
Patricia Veiga 03:26:15
Juliana Martins 03:26:23
Tatiana Valerio 03:26:38
Cintia Bitencourt 03:26:55
Marisete Costa 03:27:43
Julia Lunardelli Xavier Salles 03:28:30
Renata Pinheiro 03:29:08
Grasiela Soares 03:30:27
Camila Spinelli 03:30:30
Vanessa Agnelo 03:30:49
Amanda Silva 03:30:57
Valdereys Oliveira 03:31:34
Milena Preter 03:31:53
Julia Suslick 03:32:17
Luciana Schiavon 03:32:39
Tieme Imamoto Rodrigues 03:32:52
Regiane Silva 03:33:22
Luana Candido Fleury 03:33:28
Rita Lacerda 03:33:40
Thays Steinmetz 03:34:50
Flavia Correia 03:34:51
Leda Maria Ramos Parreira 03:35:03
Adriana Francisco 03:35:26
Iris Formiga 03:35:55
Tatiane Santin 03:36:04
Claudia Lopes Larroyd Guther 03:36:32
Nádia Skorupa Parachin 03:36:47
Nanci Salvo 03:36:52
Zoraia Rocha Magalhães 03:37:13
Kelly Mesquita De Oliveira 03:37:22
Samira Behrendt 03:37:23
Ilka Reis Cordeiro 03:37:24

 

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Se você quer correr uma World Marathon Major, precisa se planejar com antecedência

Para quem deseja participar de uma Maratona Major, o ideal é que o planejamento comece, de preferência, um ano antes da prova. No entanto, o período crítico — quando você realmente precisa estar atento — varia de acordo com cada Major.

 Se você é do tipo que só começa a prestar atenção três a cinco meses antes da corrida, já terá perdido as opções mais acessíveis ou com maiores chances de entrada. Nesse cenário, se estiver determinado a correr aquela prova, em vez de buscar vaga para o ano seguinte, vai acabar gastando tempo e energia perseguindo as alternativas remanescentes — geralmente raras, improváveis e com chances mínimas.

É como quem chega ao aeroporto no último minuto e, por sorte, ainda pega o voo.

Não é impossível conseguir uma entrada tardia. Mas é improvável.

 Para os corredores que gostam de se antecipar, aqui vai um panorama das janelas de atenção para cada Major:

Tokyo Marathon (sempre no primeiro domingo de março)

Fora dos sorteios dos desafios virtuais, o ponto de atenção começa na segunda quinzena de junho.

As linhas gerais do processo:

      • Cronograma de inscrição é divulgado na última semana de junho.
      • As inscrições via caridade no Japão costumam encerrar no início de julho.
      • O sorteio tradicional abre em agosto, com resultado em setembro.
      • Os sorteios dos desafios virtuais referentes a uma edição acontecem de abril até março do ano anterior, com inscrição de cerca de US$ 10 encerrando na segunda-feira, às 3h ou 4h da manhã (ET), antes do início do desafio.  

Boston Marathon (sempre na terceira segunda-feira de abril)

O período de qualificação por tempo começa no primeiro sábado após a segunda segunda-feira de setembro, para não a próxima Boston, mas a seguinte — e termina cerca de um ano depois, na primeira sexta-feira após a segunda segunda-feira de setembro da maratona seguinte.

      • A temporada de aplicação para caridade começou em 29 de setembro este ano;
        em 2024 foi em meados de outubro; em 2023, em 11 de setembro.
      • Quem faz a lição de casa e pesquisa as entidades com antecedência, entre julho e agosto, ganha vantagem.
      • Recomenda-se reservar hotel sem multa de cancelamento de abril a junho do ano anterior, mesmo sem ter a vaga garantida.

London Marathon (geralmente na quarta ou quinta semana de abril)

Quem começa a contatar as caridades em março, 13 a 14 meses antes, sai na frente.

      • Pacotes de operadoras começam a ser vendidos no fim de abril ou maio, e em junho/julho com as demais.
      • O sorteio abre no dia anterior à maratona e fecha na sexta-feira seguinte.
      • Não conte com o “ballot” — a probabilidade é mínima e costuma arrastar o corredor pela esperança antes de partir o coração, ano após ano.
      • O período Good for Age vai de 1º de outubro a 30 de setembro do ano seguinte. Só para moradores da Grã-Bretanha

Cape Town Marathon (quarto domingo de maio)

      • Operadoras Turísticas especializadas começam a aceitar reservas entre fim de setembro e novembro.
      • O sorteio ocorre em novembro (este ano, de 6 a 25/11).
      • Ainda não é uma Major oficial. Concluintes da edição de 2026 recebem estrelas provisórias, que só se tornarão oficiais se a prova for aprovada como Major.

Sydney Marathon (último domingo de agosto)

      • O ballot encerra em outubro.

Berlin Marathon (geralmente na quarta ou quinta semana de setembro)

Em alguns anos acontece antes (como em 2018 e 2025).

      • Inscrições para loteria e tempo qualificatório terminam no início de novembro.
      • Planos de treino com vaga garantida ficam disponíveis no dia do sorteio, na última semana de novembro (este ano, 27/11) ou na primeira semana de dezembro.
      • Operadoras começam a aceitar reservas em novembro.
      • Hotéis sem multa de cancelamento devem ser reservados em dezembro.
      • Opções acessíveis são raras em junho, mas costumam reaparecer por cancelamentos em setembro. 

Chicago Marathon (geralmente no segundo domingo de outubro)

      • Loteria, tempo qualificatório e outras modalidades fecham em novembro.
        Este ano, o prazo é 18 de novembro, com sorteio em 11 de dezembro.
      • Caridades começam a aceitar aplicações em outubro/novembro.
      • Operadoras, em novembro/dezembro.
      • Recomenda-se reservar hotel 12 meses antes, sem multa, mesmo sem ter a vaga.

New York City Marathon (sempre no primeiro domingo de novembro)

      • O programa da charity Team for Kids abre no dia 1º de novembro, véspera da prova.
      • Operadoras começam a aceitar reservas entre fim de novembro e dezembro.
      • A inscrição padrão costuma ocorrer em fevereiro. Para 2026, o período será de 4 a 25 de fevereiro, com sorteio em 4 de março.
      • A janela para quem tem qualifying de outras provas (com possível cutoff) é de 4 a 11 de fevereiro.
      • Outras caridades começam a aceitar aplicações em 4 de março.
      • O período de qualificação por tempo é sempre o ano-calendário anterior.
      • A loteria do virtual que dá vaga para a edição presencial sempre acontece em junho, válida não para a edição do ano, mas para a edição seguinte
      • Existe ainda o virtual de captação — inscrições por ordem de chegada no fim de junho. 

A conclusão é simples

Se você não presta atenção aos prazos de cada Major, acaba entrando em desvantagem em relação a quem acompanha tudo de perto. Por isso sempre siga a MAJORSBRASIL e ative o sininho.

By Verinha Abruzzini

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A Oitava Major

O Canal de Youtube LettyRuns x MarathonMedia fez uma entrevista com o diretor da Maratona de Cape Town Clark Gardner, eles tratam da possibilidade de a prova se tornar a 8ª World Marathon Major

Media Sanlam Cape Town Marathon

Tópicos levantados

  • Candidatura: Cape Town está oficialmente em processo de avaliação pela Abbott World Marathon Majors para ser incluída como a oitava Major, possivelmente em 2026.
  • Critérios: A organização precisa atender a padrões rigorosos de segurança, logística, número de participantes, representatividade internacional e impacto econômico.
  • Infraestrutura: O diretor explica que a cidade tem investido em estrutura, mobilidade e experiência do corredor para se equiparar às demais Majors.
  • Entusiasmo local: A comunidade sul-africana e os corredores locais estão entusiasmados com a chance de ver a África representada entre as Majors.
  • O plano é começar com 27.000 inscrições em 2026, crescendo para 30.000 a 32.000 participantes em 2027, com um limite máximo futuro em torno de 35.000 corredores.
  • Essa expansão gradual mostra uma prioridade clara: construir um evento sustentável e impecavelmente organizado, que honre a cidade anfitriã, em vez de buscar o título de maior corrida do mundo.

Se você se interessa em saber mais sobre esse assunto visite o canal:  

by Vera Abruzzini

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Brasileiros que completaram 100 ou mais maratonas e também são Six Star Finishers

Fazer uma maratona tem uma certa mística. São os treinos, a impressão de que se “pode tudo” ou de que você tem um “superpoder”.

Agora, fazer 100 maratonas? Aí a coisa já vira quase um clube do “Bolinha, ou da “luluzinha”.

Para Dentro desse contexto, elencamos, entre os 888 maratonistas brasileiros que receberam o título de Six Star Finisher (contagem até Abril de 26 ), um subgrupo muito seleto: 17 brasileiros que completaram 100 ou mais maratonas.

São eles:

  • José Eduardo Garcia, de Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, tem 138 maratonas até a publicação desta matéria (agosto de 2025). Completou sua centésima em 11 de junho de 2023, na Maratona Internacional do Rio de Janeiro. Recebeu sua mandala major em Tóquio 2019.
  • Sérgio Quaresma, um dos primeiros brasileiros a concluírem o circuito das 6 majors, fez sua centésima maratona em Atenas, na Grécia, berço da maratona, em 2024. Recebeu sua mandala major pelo correio após concluir Tóquio em 2015.
  • Dani Gabrielli, paulista e adepta do lema “corro todo dia”, já soma 132 maratonas. A centésima foi na Mainly Marathons, em Oregon (EUA). Recebeu sua mandala major em Boston 2024.
  • Marines Valentim de Melo recebeu sua mandala major em Boston 2023, e completou a centésima maratona na Marathon Pour Tous – Paris 2024, em 10 de agosto, durante as Olimpíadas. Tem, até o fechamento, 103 maratonas.
  • Júnior Double Marathon, conhecido por “dobrar tudo”, fez sua centésima na SP City Marathon 2024, dobrando a prova e completando 100 km no mesmo dia. Recebeu sua mandala em Boston 2023, também dobrando a prova! E ele fez isso em todas as 6 majors. Leia o livro: O Dobro ou Nada.
  • O casal mineiro João Dami e Anamélia Tannus também chegou ao incrível número de 100 maratonas. João fez sua centésima em 13 de fevereiro de 2022, na Maratona do Vinho, e Anamélia em maio de 2022, na Maratona Nilson Lima, em Uberlândia (MG). Ambos receberam a mandala major em Londres 2018.
  • Ricardo Marchi, class Londres 2024, natural de Jundiaí, completou sua centésima na Maratona Internacional de São Paulo, em 4 de abril de 2024, 17 dias antes de receber a mandala em Londres.
  • Paulo Ricardo, mais conhecido como Paulo Picanha, completou sua centésima em 2019, no Riverboat Series (Race Day #3), em Columbus, Kentucky (EUA). Recebeu sua mandala major em Boston 2017.
  • Eustáquio José Pedro, que recebeu sua mandala em Boston 2016, fez sua centésima em 15 de outubro de 2023, na 1ª Maratona Sesc de Pelotas (RS).
  • Gustavo Maia, jornalista e videomaker, completou sua centésima na sua própria prova: a Maratona do Fôlego by ASICS, em 2022. Recebeu a mandala no mesmo ano, em Boston.
  • O lendário Nilson Lima, de Uberlândia (MG), conhecido como Mr. Maratona, chegou à centésima em 12 de fevereiro de 2012, em Caxias do Sul (RS). Até a publicação desta matéria, já somava 406 maratonas e três voltas completas no circuito das majors.
  • O luso-brasileiro José Amorim, classe Londres 2017, completou sua centésima em 24 de abril de 2016, na Maratona Internacional de São Paulo, e guarda até detalhes da prova: usava o número de peito 7916, chegou na posição 2.650 com o tempo de 4h54.
  • O soteropolitano Ney Caires Souza, dentista, escritor e maratonista, chegou à centésima em 2017, em Florianópolis. Foi um dos primeiros brasileiros a receber a mandala major: concluiu Tóquio em 2013, quando a prova ainda não era oficialmente uma major.
  • A icônica Denise Amaral, a “Rainha das Maratonas”, fez sua centésima na sua cidade natal, Rio de Janeiro, em 2014. Já completou mais de 30 Maratonas de Nova York e 4 voltas no Grand Slam das majors.
  • Na maratona de Salvador no dia 21 de setembro, Yuri Figueiro class Londres 2024, alcançou a marca da centésima Maratona.
  • Minoru Fujita class BOSTON 2023, recebe a sua medalha de Centésima Maratona em Aracaju, Sergipe dia 26 de outubro de 2025.
  • A Six Star Finisher Caroline Viebrantz, Class Tóquio 2025 – alcançou a sua centésima Maratona em Curitiba no dia 23 de Novembro de 2025.
  • Wellerson Ribeiro class Londres 2018 chegando em 100 maratonas do dia 02 de agosto de 2026 na Capital Federal Brasília na prova LIVE!42K XP

Como contar uma maratona?

Há quem diga que só valem as maratonas oficiais, com número de peito, chip e resultado no site. No fim das contas, cada corredor é quem decide o que colocar no seu próprio currículo de 42 km.

Denise Amaral, por exemplo, contabiliza maratonas virtuais feitas durante a pandemia. Até a publicação desta matéria, somava 200 maratonas.

Muitos também somam aquelas com mais de 42 quilômetros. Então, dentro das 100, podem estar as ultramaratonas também.

Já nomes como Nilson Lima (mais de 400) e José Eduardo Garcia (mais de 130) seguem o regulamento do Marathon Maniacs, que diz mais ou menos assim:

Se você foi desclassificado por qualquer motivo, NÃO CONTA.

  • Se você terminar após o tempo limite oficial e não estiver nos resultados oficiais, NÃO CONTA.
  • Se você foi eliminado ou removido do percurso por qualquer motivo, NÃO CONTA.
  • Pipoca em uma corrida NÃO CONTA.
  • Ser pace do amigo e correr junto sem número de peito, NÃO CONTA.
  • Revezamento NÃO CONTA.
  • Corrida virtual NÃO CONTA.

Bem, regras são regras, mas cada um conta como quiser.

Essa que vos escreve, até o fechamento desta matéria, completou 25 maratonas, sendo 3 virtuais: Londres 2020 (virtual), Comrades 2021 (virtual, na esteira – 45 km), Tóquio 2021 (virtual, na esteira). Todas devidamente computadas nas 25.

E a lista rumo às 100 pode aumentar
by Vera Abruzzini

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Maratona de Cali

MARATONA DE CALI
By Fernanda Paradizo – Revista contra relógio

A primeira edição da Maratona de Cali, na Colômbia, foi realizada na manhã deste domingo, 4 de maio, e teve domínio africano e resultados históricos. Os campeões da estreia da prova foram os quenianos Evans Mayaka, com 2:11:04, e Emmah Ndiwa, com 2:29:26 — tempos que já entram para a história como os mais rápidos registrados em solo colombiano, tanto no masculino quanto no feminino.

Além deles, a colombiana Alexandra Aldana também fez história ao terminar em 5º lugar entre as mulheres, com 2:40:41, marca que passa a ser o melhor tempo de uma atleta local em maratonas disputadas no país.

A prova reuniu mais de 11 mil corredores de 39 países e já nasce como a única maratona da América do Sul com selo Elite da World Athletics.

A largada da maratona aconteceu às 5h da manhã e a cidade viveu uma verdadeira festa, com o público animando os atletas do começo ao fim.

O destaque do Brasil, além da presença de Marilson Gomes dos Santos, um dos convidados da organização, que correu os 15 km, foi a segunda colocação do paratleta Carlos Pierre na corrida de cadeira de rodas. Essa foi a quarta maratona que Pierre participou depois que migrou das pistas para a maratona.

Fica aí uma opção de prova na América do Sul para os brasileiros, um evento que tem todo o apoio do governo local e já começa com o pé direito, mostrando que veio para ficar.

Além da maratona, o evento teve também uma prova de 15 km e outra de 4,2 km.

Resultados – Top 5

42 km
Masculino

1. Evans Mayaka 🇰🇪 – 2:11:04
2. Bonface Kiplimo 🇰🇪 – 2:11:27
3. Daniel Paulus 🇳🇦 – 2:15:19
4. Mogos Solomon 🇪🇷 – 2:17:25
5. Jorge Castelblanco 🇵🇦 – 2:17:47

Feminino

1. Emmah Ndiwa 🇰🇪 – 2:29:26
2. Nigist Muluneh 🇪🇹 –2:32:24
3. Adanech Mekonnen 🇪🇹– 2:36:18
4. Helalia Johannes 🇳🇦 – 2:37:29
5. Alexandra Aldana 🇨🇴 – 2:40:41 – Recorde colombiano em solo nacional

     

#MaratonadeCali
📷 @fparadizo

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Com o final da temporada 2024 e com a inclusão de Sydney como major, já no ano de 2025, apresentamos os atletas mais rápidos com 6 estrelas.

Levantamos os 50 primeiros por gênero.

Lembrando que a primeira colocada feminina Aline Rocha é para-atleta e tem tempos muito mais rápidos que os demais.

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3 de março foi um dia especial para os maratonistas inscritos na edição da Maratona de Toquio 2024, mais de 35 mil pessoas concluíram a prova e 347 brasileiros estiveram representando nosso pais.

As prévias dão conta que batemos o recorde de maratonistas recebendo a mandala major e em breve teremos esses atletas já na nossa galeria major.

Duas situações marcam essa edição como especial para o Brasil.

Aline Rocha – paratleta brasileira, recebe sua mandala major, se tornando a primeira atleta cadeirante do Brasil a receber a BIG MEDAL da World Majors Marathon.

Outra situação espetacular foi protagonizada pelo gaúcho Valdomiro Siegieniuk que se torna o mais experiente brasileiro a receber a mandala, com 84 anos e 5 anos depois de vencer um câncer.

O resultado da elite está abaixo com os tempos oficiais.

Tokyo Marathon 2024: resultado masculino

Benson Kipruto (KEN) 2:04:02
Timothy Kiplagat (KEN) 2:02:55
Vincent Kipkemoi Ngetich (KEN) 2:04:18
Hailemaryam Kiros (ETH) 2:05:43
Tsegaye Getachew (ETH) 2:06:25
Bethwel Kibet (KEN) 2:06:26
Haimro Alame (ISR) 2:06:27
Simon Kariuki (KEN) 2:06:29
Yusuke Nishiyama (JPN) 2:06:31
Eliud Kipchoge (KEN) 2:06:50

Tokyo Marathon 2024: resultado feminino

Sutume Asefa Kebede (ETH) 2:15:37
Rosemary Wanjiru (KEN) 2:16:14
Amane BEriso Shankule (ETH) 2:16:58
Sifan Hassan (NED) 2:18:05
Betsy Saina (USA) 2:19:37
Niiya Hitomi (JPN) 2:21:50
Meseret Abebayahau (ETH) 2:23:08
Khishigsakihan Galbadrakh (MGL) 2:26:32
Tigist Abayechew (ETH) 2:28:53
Ayumi Morita (JPN) 2:31:38

Texto: VERA ABRUZZINI
Fotos: James Moxley

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WANDA AGE GROUP em Chicago 2023

WANDA AGE GROUP em Chicago 2023

Depois de dois anos seguidos disputado em Londres, em 2021 e 2022, a Maratona de Chicago, que acontece no dia 8 de outubro, será pela primeira vez palco do Abbott World Marathon Wanda Age Group Championships, campeonato mundial master, competição para corredores com 40 anos ou mais. Serão cerca de 2700 participantes de todo o mundo, que se classificaram nas principais maratonas internacionais do calendário.

O Brasil estará representado em Chicago por muitos corredores, incluindo 22 Majors. Conversamos aqui com quatro deles, para saber sobre suas expectativas para essa competição, que não é uma maratona como outra qualquer, mas sim um evento moldado para reunir num só lugar os melhores corredores do mundo nas suas faixas etárias.

O gaúcho Jacques Jochims Fernandes, de 51 anos, vai para sua segunda participação no Mundial da Wanda. Mas acredita que poderia ter sido a terceira se não fosse a pandemia. “As coisas ficaram bem difíceis de estar na primeira edição, em 2021, principalmente para efetuar os pontos necessários, pois muitas provas foram canceladas, e por aqui na Europa, onde vivo, o controle de restrição de acesso às ruas foi bem duro, o que impossibilitava de treinar.”

Chicago, além de não ser novidade para Jacques, que vai para a quinta participação na Windy City, tem um significado importante na sua história de corredor, porque foi lá, em 2005, onde estreou nos 42 km. “Foi onde tudo começou. Como um principiante nato, sofri após o km 30 onde ainda naquela época o tal do ‘muro’ se apresentava. Hoje as coisas evoluíram e dizem que ele está mais para a frente, no km 35. Com a satisfação daquele feito, que só quem já fez a maratona sabe do que estou falando, e até hoje não sei explicar direito, mesmo sofrendo, passada uma semana, me inscrevi para o ano seguinte, de 2006”, lembra ele, que depois repetiu a dose em 2015 e 2017.

Apesar de tantas participações, a deste ano tem um sabor especial, por ser a final Age Group Championships. “Nesse caminho desde 2005 já foram 50 maratonas, e Chicago teoricamente não estava nos planos para este ano, pois já estava programado um meio IronMan (70.3) para realizar em Cascais duas semanas após Chicago, mas como fui contemplado com a classificação para o Mundial, não poderia perder.”

A vaga para a prova foi obtida ainda no sistema antigo, onde durante o período de um ano, o corredor pontuava com as suas duas melhores maratonas para um somatório de pontos na sua faixa etária. “Hoje, o sistema não é mais assim, sendo agora através de um determinado tempo de classificação. Uma vez feito o tempo, já está classificado”, explica Jacques, que tem boas recordações da edição do ano passado, disputada em Londres. “Foi uma das experiências mais bacanas que vivi na corrida, mais precisamente na largada. Temos um reconhecimento por estarmos na final do mundial e assim temos um setor separado de espera na largada. Banheiros e guarda-volumes exclusivos. A maior surpresa foi na hora da largada, quando fomos levados para junto da largada da elite. Logo atrás. Estávamos ali na hora que chamam um por um os atletas e eles entram no curral e começam a dar aqueles trotes antes do tiro de largada.”

O corredor lembra que foram apenas 8 segundos de diferença do tempo bruto para o líquido. “Fomos até chamados a atenção para não fazermos graça e tentar acelerar para correr na frente dos Top elite.”

No mais, a prova é igual para todos os corredores, a não ser a medalha extra recebida ao final e o bib number específico do campeonato, além de uma mochila.

Sobre o que pretende fazer em termos de performance em Chicago, Jacques diz que fará o que for possível para o dia. “Adoro performance, mas já aprendi que a maratona é uma distância a ser respeitada.”

Outro brasileiro que representará o Brasil em Chicago é brasiliense Fabrícius Clemens Madruga, 47 anos. Será sua 21ª maratona no currículo e a 11ª Major. Seu melhor tempo é de 2:54:20, obtido em Berlim 2019, prova que, junto com a Londres 2019 (2:56:46), ajudou a se qualificar por pontos para o Wanda Age Group.

“Essa classificação aconteceu para o 1º Wanda Age Group, que ocorreria em Londres 2020 e foi adiado para 2021, mas por conta da pandemia e restrições de entrada em alguns países eles deram a opção dos atletas jogarem a inscrição para o 3º ano, tendo em vista que para o 2º já estava fechado”, explica Fabrícius, que acredita que terá uma experiência diferente de qualquer outra maratona.

“O fato de ter um kit diferente, uma medalha especial, uma tenda e acesso exclusivo na largada e na chegada, tudo isso é muito bacana, mas a sensação de ter conquistado essa vaga tão restrita é o que faz ser mais especial. É mais ou menos quando se conquista o índice para a maratona de Boston.”

Sem preparação específica para a prova, ele demorou para decidir se iria ou não. “Decidi apenas um mês e meio antes da prova e apenas por ser o evento da Wanda Age Group. Por conta disso, não tenho nenhum grande objetivo, apenas terminar mesmo.”

Radicado em Key

Key Biscayne, na Flórida, há 17 anos, o paulista Marcos Tilkian, de 49 anos, também é experiente em maratona e vai para sua 23a maratona e 13a Major. Ele recebeu a mandala das seis Majors em Tóquio 2023 e junto com sonhada medalha veio também o convite para participar do Mundial.

“Foi uma surpresa total. Não estou nem perto do tempo para qualificar”, conta Marcos, que tem 3:11:22 como seu melhor tempo de maratona, feito em Berlim 2022.

“Quando eu corri Toquio 23, eu já estava registrado para Chicago.

É um evento diferente de uma maratona normal, porque é um mundial. Se seguir os outros eventos, tem algumas coisas diferentes, como número na frente e nas costas, medalha específica, além da medalha de Chicago, festa no final e outras coisas”, destaca Marcos, que acredita que talvez tenha recebido o convite por já estar inscrito.

“Imagino que este ano, o nível dos corredores será mais alto que nos anos anteriores. Minha preparação foi curta e com um volume de corrida mais baixo que as outras. Mas me sinto bem e sem nenhum desconforto ou lesão, o que é raro!

A ideia é garantir Boston 2025”, já que Boston 2024 já está garantida.”

Também de Brasília, a corredora Íris Maria de Oliveira Formiga, de 44 anos, tem 33 maratonas na bagagem e terminou as Six Majors no ano passado em Londres, onde conseguiu seu melhor tempo nos 42 km, com 3:28. A vaga para o Wanda Age Group veio com os resultados de Londres e Big Sur, na Califórnia, e com surpresa.

“Eu nem sabia o que era o Wanda. Mais uma vez fui salva pelos conhecimentos da Verinha (rs), que sabe absolutamente tudo sobre o mundo das maratonas”, lembra a corredora, que também já tinha sua inscrição garantida para Chicago, por índice.

“Imagino que deva ser muito especial. Eu gostaria que fosse um evento mais de celebração do que competitivo. Quero poder curtir sem me cobrar desempenho. Até porque acabei de correr Berlim e ainda estou cansada”, alerta Íris, que iniciou um planejamento direcionado para Berlim e Chicago, duas provas com intervalo muito curto entre elas. “Algumas lesões e imprevistos familiares dificultaram muito as últimas semanas de treino. Meu objetivo agora passou a ser completar a prova e curtir cada pedaço do percurso e a festa!”

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As seis provas – Tóquio, Boston, Londres, Berlim, Chicago e Nova York – possuem programas com diversas entidades

Quando estamos envolvidos nas maratonas Majors, sempre temos a opção de correr pela caridade.

As seis provas – Tóquio, Boston, Londres, Berlim, Chicago e Nova York – possuem programas com diversas entidades.

Muitos brasileiros acabam entrando em contato com esses programas, porque procuram uma vaga para correr uma das seis e se deparam com essa situação.

Infelizmente, nosso país não tem a cultura de “charity runner” e o que temos por aqui são corridas solidárias que arrecadam fundos para diversas entidades. Nesse caso, todos os corredores “correm” pela mesma causa.

Correr pela caridade numa maratona Major significa pagar bem mais por uma inscrição e com isso direcionar todos os seus esforços para juntar dinheiro para uma causa. No entanto, além da camiseta oficial da prova, essas entidades te oferecem uma camiseta extra, brindes e muitas vezes café da manhã pré-prova, lanche pós-prova, mentores durante seu treino e o mais importante: envolvimento com a causa escolhida!

Muitas dessas provas dão aos seus parceiros de caridade a liberdade de aceitarem ou não esses corredores, e essas mesmas entidades também possuem suas próprias plataformas para controlar a arrecadação de cada um desses corredores.

Um site bem interessante para procurar provas que angariam fundos para causas que fazem sentido para você é o https://runforcharity.com/

No caso das maratonas Majors, às vezes, algumas pequenas regras se alteram, principalmente no programa de Charity Runner da Maratona de Tóquio. Mas, de uma forma geral, os programas das outras provas estão bem estabelecidos e rodando de forma correta há anos.

Fique ligado nesse perfil. Sempre que possível, vamos auxiliar os corredores a se inscrever por caridade.

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